PENNY DREADFUL BATOM COM PROSA

Penny Dreadful: fora dos Padrões

PENNY DREADFUL BATOM COM PROSA

Fascinação:

O caminho até Penny Dreadful – desde criança tenho fascinação por histórias de mistério. Tudo começou com os contos de fada – os que mais gostava, em ordem de preferência, eram Branca de Neve,  João e Maria e Cinderela.

Nasci na década de 1970, portanto tive acesso a vários filmes de mistério e terror; essa época foi muito fértil nesse gênero, tanto para os bons filmes como para bizarrices como a Volta dos Mortos Vivos (1985). Sim, já assistíamos filmes com muitos Zumbis!

Michael Jackson, quinto vídeo clipe mais longo da história, trouxe mortos vivos fazendo coreografia em Thriller (1983)!

Assisti The Lost Boys (1987), Linha Mortal (1990)… e muitos outros.

Distância

Durante alguns anos mantive distância de filmes do gênero. Minha vida estava agitada demais, por isso dava preferência à filmes de ação, comédia e romance.

Não gosto de terror pelo terror, algo do tipo “A Bruxa de Blair” e esses outros que parecem  ser documentários com todos gritando o tempo todo. Acho forçado demais.

Retorno

Confesso que foi o filme Constantine (Keanu Reeves) foi responsável por minha reaproximação do gênero. E de lá para cá, não parei. Gosto de enredos refinados, cuidadosos, bem escritos, distantes do óbvio.

A Chave Mestra (Kate Hudson) consolidou o meu retorno à busca por tramas bem escritas que entrelaçam mistério, suspense com doses homeopáticas de terror.

Paixão

Em 2014 começamos a assinar Netflix e durante uma das minhas explorações por sua grade encontrei “Penny Dreadful”!

Desde o momento em que assisti o primeiro episódio, não parei mais! Foi paixão à primeira vista!

Intrigante

A Srta. Vanessa Ives nos conduz a um universo onde várias histórias intrigantes se entrelaçam com a participação de personagens de várias origens, como: Dr. Victor Frankstein (de Mary Shelley), Dorian Grey (de Oscar Wilde), Van Hellsing e Drácula (de Bram Stoker), Dr. Jekill (de O estranho caso de Dr. Jekill e Sr. Hyde de Robert Louis Stevenson) e várias lendas urbanas como Jack, O Estripador – famoso na Londres da Era Vitoriana – e seres místicos como o Lobisomen, por exemplo. Todos juntos numa rede de intrigas misteriosa, inquietante e instigante!

Penny Dreadful
Srta. Vanessa Ives (Eva Green)

Mas o que quer dizer Penny Dreadful? De acordo com a WikiPedia, os Penny Dreadfuls eram publicações de ficção e terror vendidas na Inglaterra do século 19. Por serem histórias que custavam um centavo, tinham como apelido “centavos do terror”.

Recentemente, ganhei meu marido tornou-se meu companheiro no gosto pela série. É muito bom ter alguém para comentar as misteriosas situações que algumas vezes são a deixa para os próximos episódios.

Penny Dreadful

Para quem gosta de séries envolventes, cenas fortes e é maior de 18, Penny Dreadful é uma ótima pedida! Alerta: caso não seja simpatizante de nada do gênero, NÃO SE APROXIME!

A HBO exibe novos episódios toda sexta-feira, às 22h.

penny-dreadful

E você, já conhece a série? O que acha dela? Se não conhece, recomenda alguma série? Deixe sua opinião nos comentários para podermos interagir melhor!

Super bjo!

Mariana Honorato

Mariana Honorato

Amo tecnologia, maquiagens e afins, adoro ler e viajar. Sou casada, tenho um filho de doze anos. Resolvi fazer esse blog para compartilhar um pouco da minha interpretação daquilo que me interessa.

9 comentários em “Penny Dreadful: fora dos Padrões

  1. Eu amo tanto essa série! Ela te prende tanto com o mistério e a história é simplesmente sensacional! Ela tem os melhores shipps também hahaha 😀
    Bjs, Ju!

  2. Concordo com vc, Vanessa! Finalmente uma série de mistério/terror bem produzida, com uma boa trama e excelentes autores. Pra mim, só perde pra Game of Thrones (desculpe, mas sou fã) e ela tem de tudo um pouco!
    Bjs!

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